Se você é brasileiro, vive nos Estados Unidos e quer garantir sua aposentadoria no Brasil, esta leitura é essencial.
Descubra como funciona a soma de contribuições entre os dois países, o que diz o acordo internacional Brasil-EUA e, principalmente, por que você não deve tomar decisões sobre sua aposentadoria sem um planejamento previdenciário internacional feito por especialista.
O futuro não pode esperar.
Aqui, você irá saber mais sobre:
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Planejamento Previdenciário Internacional: O Que É E Por Que Fazer?
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Erros Mais Comuns De Brasileiros Nos EUA Ao Lidar Com O INSS
Confira agora este post!
1. O Que É Totalização De Tempo De Contribuição?
A totalização é a técnica jurídica que permite somar os períodos de contribuição feitos em dois países distintos que mantêm um acordo previdenciário entre si.
No caso de Brasil e Estados Unidos, o acordo permite que o tempo trabalhado e contribuído nos EUA seja somado ao tempo no Brasil, e vice-versa, para fins de cumprimento de requisitos de aposentadoria.
Essa possibilidade evita que o trabalhador perca os direitos previdenciários por ter mudado de país, garantindo um aproveitamento mais justo dos períodos laborais internacionais.
2. O Que Diz O Acordo Previdenciário Entre Brasil E EUA?
O Acordo Internacional de Previdência Social entre Brasil e Estados Unidos entrou em vigor em 2018.
Ele visa proteger os direitos dos trabalhadores que dividiram sua vida profissional entre os dois países.
Principais pontos:
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Evita dupla contribuição para a previdência de ambos os países;
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Permite totalização de períodos para concessão de benefícios;
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Cada país paga o benefício proporcional ao tempo de contribuição nele realizado;
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Garante exportação de benefícios: você pode receber no país onde reside.
Contudo, o acordo não unifica valores nem permite transferir benefícios de um país para outro.
3. Como Funciona A Soma De Períodos De Contribuição?
Imagine que você tenha trabalhado 10 anos no Brasil e 5 anos nos EUA.
Separadamente, você não teria direito a nenhum benefício em nenhum dos dois países.
Mas, com a totalização, é possível juntar os períodos para atingir a carência (tempo mínimo exigido).
Exemplo prático:
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No Brasil: 10 anos de contribuição;
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Nos EUA: 5 anos de contribuição (cobertos pelo acordo);
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Total para fins de carência: 15 anos.
Isso permite, por exemplo, requerer a aposentadoria por idade no INSS.
4. Quais Tipos De Aposentadoria Podem Usar Essa Soma?
A totalização pode ser usada apenas nas aposentadorias programadas, como:
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Aposentadoria por idade;
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Aposentadoria por tempo de contribuição (em regras de transição);
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Aposentadorias proporcionais dentro do acordo;
Importante:
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Benefícios por incapacidade, como aposentadoria por invalidez ou auxílio-doença, não admitem totalização;
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Aposentadorias especiais exigem tempo efetivo em condição insalubre no Brasil.

5. Quando Essa Totalização Pode Ser Prejudicial?
Muitas pessoas acreditam que totalizar sempre é vantajoso, mas não é verdade.
Eis quando a estratégia pode ser prejudicial:
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Quando você tem direito à regra de transição, mas perde por ter usado tempo estrangeiro;
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Quando a aposentadoria proporcional resultante é de valor muito baixo;
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Quando você deixa de contribuir no Brasil acreditando que o tempo nos EUA basta;
Nesses casos, o prejuízo pode ser permanente.
Por isso, só um planejamento previdenciário pode avaliar o melhor caminho.
6. Planejamento Previdenciário Internacional: O Que É E Por Que Fazer?
Trata-se de um estudo personalizado, feito por advogados especialistas, que considera:
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Tempo já contribuído no Brasil e nos EUA;
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Possibilidades de uso do acordo internacional;
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Cálculo do valor projetado do benefício;
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Simulações de quando pedir e como contribuir;
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Avalia se é vantajoso contribuir de forma facultativa ou não;
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Aponta o melhor regime e regra de aposentadoria.
❌ Sem planejamento: você age no escuro.
✅ Com planejamento: você decide com estratégia e segurança.
7. Erros Mais Comuns De Brasileiros Nos EUA Ao Lidar Com O INSS
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Achar que pode se aposentar com o tempo dos EUA sem o acordo;
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Pagar como contribuinte individual usando o código errado;
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Parar de contribuir por anos e perder qualidade de segurado;
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Fazer requerimentos no INSS sem se planejar e ter o benefício negado;
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Não guardar documentação trabalhista e fiscal.
Cada erro desses pode gerar anos de atraso ou prejuízo financeiro vitalício.
8. Contribuir Do Exterior: Códigos, Valores E Dicas
Brasileiros fora do país podem contribuir para o INSS como:
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Facultativo (código 1406): para quem não exerce atividade remunerada no Brasil;
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Individual (código 1007): para quem ainda presta serviços ao Brasil.
Valores:
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Pode variar de 1 salário mínimo (R$ 1.412 em 2024) até o teto (R$ 7.786,02);
Dicas:
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Sempre consulte um especialista antes de iniciar os pagamentos;
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Tenha o NIT/PIS ativo;
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Use o aplicativo Meu INSS para acompanhar.
9. Quem Pode Se Beneficiar Com O Planejamento Previdenciário?
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Quem ainda não contribui, mas deseja iniciar corretamente;
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Quem já tem tempo no INSS e quer saber se vale totalizar;
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Pessoas que estão próximas de se aposentar e não sabem qual caminho seguir;
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Famílias que planejam retorno ao Brasil e querem se organizar.
O planejamento é como um GPS da sua aposentadoria.
A Dra. Fernanda Diniz é especialista em direito previdenciário internacional e já ajudou centenas de brasileiros nos Estados Unidos a planejar uma aposentadoria segura no Brasil.
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